Controvérsias: Xenofobia Neurocognitiva

neurodiversidade

neurodiversidade


A xenofobia neurocognitiva se manifesta quando há ou se supõe uma neurodiversidade entre dados indivíduos, seu usuário a utiliza para sobrepujar o outro. Numa visão vertical e verticalizante se ridiculariza o dito inferior humilhando-o com esnobismo, já quando frente ao dito superior tenta-se reduzí-lo socialmente com acusações de arrogância e pedantismo. Ou seja, um indivíduo infeliz consigo mesmo, ou pior, infeliz com a não infelicidade do outro se propõe a arruiná-lo ativamente com perseguição ou passivamente com agressividade gratuita.

perseguição continuada

perseguição continuada


Numa visão horizontal e horizontalizante ainda há manifestações não tão claras, mas já observáveis de xenofobia neurocognitiva. Neste caso o praticante acusa a vítima de autoritarismo, paternalidade e até mesmo de opressor expondo um suposto plano de ascensão hierárquica e autocrática. Desnecessário frisar o caráter invejoso e imaturo de um xenofóbico neurocognitivo, o mesmo por não possuir instrumental para lidar com suas questões ou desinteressado de utilizá-lo dá vazão a sua energia mal elaborada na forma de violência contra o outro, não raro um superdotado.

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Sobre Filipe Russo

Filipe Albuquerque Russo nasceu em 22 de Agosto de 1990 em São Paulo, capital e foi criado em Manaus, Amazonas. Aos 16 retornou a sua cidade natal onde reside atualmente. Caro Jovem Adulto, seu primeiro romance estabeleceu em 2012 a estréia tripla de Filipe Russo no cenário artístico brasileiro (tipográfica com Limite Circular, fonte original exclusivamente manufaturada para a obra; fotográfica com Iluminado Expandido, capa original do livro e enfim a obra literária propriamente dita).
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2 respostas para Controvérsias: Xenofobia Neurocognitiva

  1. Olá, Filipe, sou pesquisadora em Superdotação e Altas Habilidades. Gostei de seus textos. Entendi que era neurodiversa aos 48 anos, depois de uma vida inteira sentindo-me mal… Mas, antes tarde do que nunca, né? Agora estou voando mais leve! Grata.

    • Filipe Russo disse:

      Sim, nunca é tarde para ser livre, feliz, descoberto e/ou prestigiado, nunca é tarde para correr atrás de se realizar também. Que tal escrever um relato pessoal contando para nós a sua história de vida no que pertinente ao desencaixe e o reconhecimento como neurodiversa?

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